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  • Vanessa Frazão

A retomada do mercado, com uma pandemia de atraso

No final de 2019 os sinais dados pelo mercado imobiliário indicavam uma retomada sem precedentes, como um ressurgir de uma das áreas de maior expressão na economia nacional, após dois ciclos de baixa, marcados pelas crises de 2008 e incertezas econômicas de 2015.


No entanto, sem muitos alardes e avisos, por alguns até desacreditada, a pandemia do Covid-19 atingiu o mundo e freou até essa locomotiva que se chama São Paulo, o estado de maior PIB do Brasil.


No vale da pandemia, entre os meses de abril e maio de 2020, o mercado residencial vertical de São Paulo teve cerca de 2.830 unidades lançadas, que corresponde a 30% do total lançado no mesmo período do ano passado ou 70% a menos que os dois meses que antecederam o fechamento das atividades.


Agora, final de outubro de 2020, já temos um lançamento acumulado de 10 meses cerca de 25% abaixo do mesmo período do ano passado e vemos a velocidade de venda dentro dos parâmetros considerados adequados dentro de uma normalidade – venda de pelo menos 50% das unidades em até seis meses do lançamento.


O desafio do segmento, como de muitos outros mercados, fazer em 3 meses a atividade de um ano e ainda planejar os lançamentos de 2021.


E a nossa pergunta deste momento é: Sua empresa já se planejou para 2021?


Primeiro a bússola depois o relógio.

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